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AMD AM1, desvendando um pouco de dados

AMD AM1: uma plataforma de baixo custo que não tem nada de “baixo”

 

O que esperar de uma combinação de processador, chipset e placa de vídeo vendido por US$ 60? Tecnologia é uma área onde claramente tamanho não é documento e smartphones mais poderosos do que PCs de poucos anos atrás estão aí para não nos fazer mentir. Os destkops estão estão acompanhando essa tendência e ficando cada vez menores, cenário onde a plataforma AM1 da AMD entra em cena.

Essa plataforma usa uma placa-mãe padrão mini-ITX e já vem com uma APU da segunda geração do Kabini que analisamos aqui no Canaltech no ano passado, trazendo um processador que é mais um SoC do que propriamente uma CPU. Em um primeiro estágio, a AMD trouxe gráficos consideravelmente poderosos para dentro do chip, em especial na série A de processadores. Agora, nesse segundo estágio, o próprio chipset ganhou seu espaço dentro do envelope térmico.

O resultado é bom? Depende da forma como o analisamos. A plataforma AM1 - que inclui desde modelos extremamente básicos como o Sempron 2650 até o Athlon 5350 que vamos conhecer hoje - foi projetada para ser barata e ao mesmo tempo capaz de realizar a maioria das tarefas que realizamos no PC sem consumir muita energia. Ou seja, não foi projetada para usuários altamente exigentes, algo que vale a pena destacar. Mas será que ela cumpre o seu papel?

Ficha técnica

  • Processador: AMD quad-core com núcleos Jaguar rodando a 2,05 GHz com 2 MB de cache L2 e sem cache L3 (2,045 GHz segundo o CPUz);
  • Memória RAM: 4 GB DDR3 rodando a 1600 MHz em um único canal;
  • Placa de vídeo integrada: AMD Radeon R3 com 128 cores de processamento de fluxo rodando a 600 MHz;
  • Disco: SSD Kingston V300 de 120 GB;
  • Sistema operacional: Windows 8.1 64 bits

A placa-mãe

Uma olhada rápida na plataforma AM1 mostra que foram utilizados somente capacitores sólidos na placa-mãe inteira, ponto extremamente positivo, mas que algumas limitações são bastante claras. Por exemplo, há apenas duas portas SATA 6 Gbit/s que limitam a quantidade de armazenamento em apenas 8 TB. Outro ponto é que, mesmo com dimensões reduzidas, o AM1 inclui um slot PCI Express x16 que permite a inclusão de uma placa de vídeo dedicada.

Para vídeo, o AM1 conta com saídas HDMI, DVI e VGA (D-SUB), suportando a maioria dos monitores atuais, 4 portas USB (2x3.0 e 2x2.0), conexão RJ-45, 3 conectores de áudio analógico e entrada para mouses e teclados antigos. São conexões bastante limitadas no painel traseiro, em especial pela presença de somente 4 portas USB (há mais 4 para o painel frontal, mas isso é outra história), mas suficientes para quem pretende montar um HTPC ou dedicar uma máquina para tarefas mais básicas.

E como ela se saiu?

Como o foco do Athlon 5350 não é o alto desempenho, optamos por uma abordagem diferente, parecida com a que utilizamos com o Kabini de primeira geração: testá-lo em “condições normais de uso” para ver como ele se sai. Basicamente o utilizamos durante dois dias de trabalho para ver se ele aguentava o tranco, incluindo navegação na internet com dezenas de abas abertas, reprodução de vídeos no Youtube em 1080p, edição de imagens no Photoshop e, claro, escutando músicas durante todo o processo.

Podemos dizer que esperávamos menos. Por se tratar de uma configuração projetada e vendida como baixo custo, ficamos surpresos com o fato de que ela executou quase todas as tarefas sem problemas. Dizemos “quase” pois os limites do Athlon 5350 passam a ser visíveis em uma série de situações. Por exemplo, fizemos questão de editar as fotos tiradas da placa-mãe nele mesmo e percebemos que ele demorou mais tempo do que estamos acostumados para cortar, tratar e converter as imagens de 16 megapixels no Photoshop.

O AM1 utiliza memórias da própria AMD, série Entretenimento

Outro ponto é que ele roda facilmente vídeos em 1080p, mas sacrificando outras funções. Utilizamos dois monitores e deixamos um vídeo rodando enquanto trabalhávamos em uma segunda tela. O filme sugou o desempenho geral da máquina, ainda que se trate de um modelo quad-core. Essa é uma situação que já esperávamos, mas importante de colocar à prova para testar os limites dessa configuração.

Com exceção disso, é difícil reparar qualquer gargalo em relação à uma configuração mais avançada. Se colocássemos duas caixas pretas e pedíssemos para alguém apontar qual delas era o Athlon 5350 e qual é a outra mais avançada, seria difícil dizer com certeza na maioria das situações.

O que a AMD chama de gráficos R3 nada mais é do que uma Radeon HD série 8400

De qualquer forma, percebemos que ele tinha bastante facilidade em trabalhar com tarefas gráficas menos intensas, então rodamos o 3DMark 11 e o 3DMark para ver qual o potencial dos gráficos Radeon R3. No caso do 3DMark 11, a pontuação ficou abaixo do esperado, ou do que tínhamos observado até então. No nível “Performance” ele fez 693 pontos, mostrando que não é possível rodar games mais atuais mesmo em configurações mínimas e resolução mediana.

No 3DMark, por outro lado, ele saiu curiosamente bem nos testes Cloud Gate (2617) e Ice Storm (31076), mas mandou mal no Fire Strike (397). Isso significa que games casuais rodam até bem, mas esqueça jogos mais avançados - o que confirma os resultados do 3DMark 11. Se tivermos como referência um PC Gamer de entrada, esses resultados são péssimos, mas estamos falando de uma configuração que custa US$ 59, que concorre diretamente em preço com o Atom Bay Trail-D.

Um conjunto de US$ 59 mais disco rígido e gabinete chega na casa dos US$ 120 para OEMs (sem considerar o valor da licença do Windows 8.1), sendo praticamente metade do preço de um Chromebook, mas com poder de fogo de um desktop de entrada, e mesmo um PC de baixo custo não sai por menos de R$ 250. Custo-benefício passa a ter um peso considerável nesse ponto.

System on a… Socket?

Quando a plataforma AM1 foi anunciada, um dos pontos que a AMD considerou como positivo foi a possibilidade de upgrade do chip, algo que o Bay Trail-D da Intel não oferece por ser soldado à placa-mãe. Sendo bastante honestos, o upgrade não faz muito sentido pelo ganho de performance não ser significativo a ponto de justificar a troca.

Detalhe do soquete do Athlon 5350, onde é possível ver que ele pode ser trocado, caso o usuário deseje

A própria AMD tem as suas séries A de APUs e FX de processadores de alto desempenho, onde o upgrade realmente representa uma vantagem. O preço do Athlon 5350 é muito próximo do modelo mais básico do A4 mais básico, que pode chegar até o A10 com um belo ganho de desempenho. Comprar qualquer modelo da plataforma AM1 pensando na atualização do chip anula o objetivo principal dessa geração.

Conclusão

Ainda que seja difícil discutir com US$ 59, já que as expectativas são baixas, o AM1 usando o Athlon 5350 se mostrou mais potente do que esperávamos. Não é uma máquina que consideramos “de produção”, capaz de realizar tarefas mais pesadas, ou gamer, já que a sua GPU onboard é bastante simples, mas é perfeitamente capaz de lidar com o dia a dia de quem não precisa de muito poder de fogo, em especial com um disco primário sendo um SSD.

Quando finalizamos os testes, pensamos em 2 usos be recomendados para ele: um HTPC, devido à sua facilidade em lidar com vídeos em alta resolução, e uma máquina pequena, mais ou menos do tamanho de um Mac Mini da Apple, para tarefas mais casuais. Mesmo nos benchmarks mais pesados, como o 3DMark, o Athlon 5350 permaneceu “frio”, sendo capaz de trabalhar com um sistema de refrigeração passivo (sem cooler). Isso resultaria em uma máquina pequena, econômica e competente para a maioria da tarefas.

Vantagens

  • Custo-benefício difícil de bater em configurações mais básicas;
  • Capaz de rodar vídeos em alta definição e trabalhar com gráficos mais leves sem custar muito caro;
  • Funciona “frio”, não apresentando problemas de superaquecimento;
  • Apesar de básico, suporta até 16 GB de memória RAM

Desvantagens

  • Fazer um upgrade do SoC não faz muito sentido;
  • Poderia incluir mais portas SATA;
  • Ainda que aumentasse o custo final, uma versão com Wi-Fi embutido seria extremamente bem vinda

Ps: Para os meus queridos de IC, breve outro post, esse foi apenas editado por mim, mas os próximos podem conter resenhas.

Liga das Florestas

Vamos fazer algo e não só ficar sentados em casa reclamando sobre como o ar está poluído e como estamos perdendo nossas matas, mais na frente se esse quadro não for revertido, vocês e seus filhos que sofreram, e dirão, realmente deveríamos ter feito algo em quanto era tempo.

(Fonte: youtube.com)

Uma Tormenta e o mestre

Enquanto eu navegava pelo mar, os ventos se alçaram com grande voz, as ondas se levantaram, formou-se uma tempestade e a natureza se esbraveceu. Enquanto eu temia e segurava naquele pequeno mastro, o mestre me lembrou que ainda estava lá, ele sabia navegar como ninguém, pois ele passou pelo maior temporal que se tem notícia e ainda estava lá, lembrou-me que bastava eu seguir suas ordens e tudo ficaria bem, pediu para eu ir ao seu lado do barco e fazer força junto com ele, então fui, e foi muito difícil pois as ondas surravam o pequeno barquinho, aquilo esgotava todas as minhas forças, mas quando fraquejava ele me segurava. Entretanto, num momento de pura fraqueza, desatenção, e principalmente desobediência, ele me disse para trocar o lado, correr para o outro lado do convéns pois lá estaria mais seguro, porém na minha fraqueza eu não conseguia me mexer, só fiquei lá permitindo as ondas me espancarem, foi então que fui jogado para longe dele do outro lado do barco. Ele já não podia me alcançar pois fui eu que me afastei e ele nunca sai da sua posição, outra onda e fui lançado para fora do barco, cai naquele mar tenebroso, assustador, comecei a me afogar pois as ondas eram mui altas e o impacto daquelas colunas de água eram muito grandes, incrivelmente ainda suportei por um tempo maior que o normal, quando eu achei que ia morrer, então parece que desisti. Começo a afundar já estava há uns dois metros de profundidade sendo surrado pelas ondas, para piorar tudo uma corrente se enroscou em mim, o que me fazia afundar cada vez mais rápido, me segurei até o ponto que pude, já não tinha mais nada, força, coragem, nada, me entreguei, e a morte veio sobre mim, apaguei naquela escuridão, quando eu já estava a mais de dez metros de profundidade, foi o meu fim. Morri
Entretanto, algo lá no fundo, lá dentro de mim, nem sei se era meu coração, era mais fundo que o homem pode escutar de si, e o que eu ouvia era não desista, ainda há esperança, ainda há ESPEREANÇA! Então subitamente me veio a lembrança que meu mestre sofreu uma tempestade muito pior que está e que sobreviveu, que persistiu, e ele me tinha ensinado a não desistir, então quão grande decepção eu daria a ele se afundasse ali até aquele charco de lodo no fim de tudo. Conjuntamente com isso meu coração bateu dizendo: “Eu nunca desisti de você, sempre fui fiel e continuei batendo, mesmo quando machucado, ferido e mesmo sofrendo muitas dores, não deixei de bater por você, então não me deixe afogar aqui nesta escuridão, volta para Ele.”
Então quando eu estava fraco me senti forte, foi como se a força de meu mestre que muito mais sofrera, tivesse passado para mim, mesmo que eu estivesse a cem metros de profundidade, ainda havia esperança, eu só precisava me esforçar e ir para a superfície, sair destas trevas! Então mesmo cansado, cheio de dores, ferido. Uma lágrima saiu do meu rosto, e o meu coração duro se quebrantou, a lágrima era diferente apesar de ter se misturado na imensidão do abismo, ela se diferenciava, porque sua temperatura era muito quente, ela brilhava como a luz e não se misturava com a escuridão, do contrário, a dissipava, Então ouvi aquele grito!
BENIEL!!!! Era meu mestre que me chamava pelo nome, aquilo me deu ainda mais forças, aquela lágrima de arrependimento que saíra do meu rosto, entendi porque ela tanto brilhava, era uma lágrima de fé, e aquela lágrima fez o meu mestre sentir a compaixão de mim e gritar pelo meu nome, porque muito ele me amava. Com todas as minhas forças, me despi daqueles pesos que eu carregava comigo. Porem as correntes continuavam a me puxar e eu ia cada vez mais fundo, entretanto aquela convicção dentro de mim fez-me com que eu não fosse abalado, e no sentido contrário continuei a nadar para a superfície, quanto mais eu nadava, mais doía, e as correntes ficavam mais pesadas, quando perto da superfície chegava mais sofria com a pancada das ondas, mas sobremaneira, sobrenaturalmente, quanto mais aquela tempestade e todos os seus fatores tentavam me afogar, mais eu tentava sobreviver, e quando já cansado sem fôlego consegui a superfície chegar, apaguei… Mas de certa forma, com meu espírito senti algo me puxar, mas desta vez de uma forma diferente ao invés de puxar-me para baixo eu era puxado para o lado e para cima, logo então senti um pesos em mim ser tirado, “foram aquelas correntes que se soltaram pensei”. Senti um peso em meu peito, eu estava sendo reanimado por meu mestre, e já me encontrava dentro do barco, e as correntes não se soltaram sozinhas, ele me libertou delas me trouxe para dentro do barco e eu morto e desacordado fui reanimado por ele, neste exato momento me encontro cuspido aquela água salgada que engoli e que entraram nos meus pulmões me impedindo de respirar, dói, estou cansado, ferido, mais vivo, logo que toda a impureza sai de mim, ele me agasalha, derrama o balsamo nas minhas feridas, agora me sinto aliviado. Ele me dá pão e vinho, eu continuo agasalhado por ele, agora ele senta ao meu lado e me abraça, afirmando que não suportaria me perder, por conta do seu imenso amor que ele tinha por mim, Diz que me ama, e já aliviado, agasalhado de amor e proteção, baixo a cabeça, dou um suspiro profundo e agradeço, quando abro os olhos e ergo minha cabeça, percebo que a tempestade já passara e tudo já se fazia bonança, ele estava do meu lado, olho para o céu e vejo uma luz brilhar, era o amanhecer, a aurora, e acho que nunca havia ficado tão feliz por ver aquilo como hoje, porque o significado era mais contundente e profundo, significava um nascer de novo, significava que depois de uma noite de choro e aflição vem a bonança, significava que havia valido ter esperança, havia valido crer que o meu mestre estaria ali para me ajudar… Meu coração encheu-se de paz e gratidão. Vi as gaivotas no céu, e Ele me disse: “sabe aquela tempestade que só eu passei e nenhum homem jamais passou? Eu passei por ela por você e por todos os outros homens, para que lhes houvesse através do meu sacrifício, uma esperança de uma amanhã melhor, eu a sofri, para trazer-lhes salvação, e não existe outro como eu ou que tenha feito o que eu fiz, além do mais eu construí o barco, para qual todos os homens devem entrar para estar seguros d a tempestade, pois comigo tudo se faz bonança no final, e assim arrepender-se e crer é o ponto da verdade sobre mim, e foi isso que o salvou e tem salvado tantas outras pessoas, embora você tenha caído do barco, você se arrependeu de ter desobedecido minhas ordens e creu que era possível voltar, você acreditou na reconciliação, numa nova chance, e eis que por isso te dei uma nova vida, e dos teus olhos enxuguei toda a lágrima e de ti tirei toda a dor, porque te amei, e tu cedeste ao meu amor, me permitiste amar-te e por conhecer isto, me amasse a tal ponto de desistir de si próprio despir-se de si mesmo, de seu ego e orgulho, e agarra-se a meu amor com aquela lágrima de fé. Porque creste eu o fiz por ti. Vai pois agora aos outros e aqueles que tem desistido e não tem acreditado no seu mestre que está no barco os esperando apenas que arrependam-se e creiam, para lhes dar uma nova vida, um novo nome, lhes dar o meu nome, vai e anuncia-lhes estas coisas porque eis que eu o fiz tudo novo e o fiz por amor a todos, vai e não te cale, porque sobre ti já pus minha marca, meu nome, e o sacrifício que sofri foi de sangue e ele verteu sobre ti, para que pudesses ser justificado e para não sofrer a ira de meu Pai, pois ele é justo e tu eras culpado, mas agora nenhuma condenação há, pois tu estais em mim e eu estou em ti para todo o sempre e não te desampararei, vai e como eu te fiz discípulo meu, faz discípulos para mim, para que através de mim e de ti o nosso Pai seja glorificado, porque a partir deste dia tu também sois filho de Deus, eu te escolhi e te ungi, vai pois e fazes discípulos, vai e se boca de Deus, Se tu uma benção, seja e faça a diferença para eles, não retroceda, Vá sempre avante pois te tomei por sentinela de meu reino, embaixador meu e sacerdote real, em meu nome, Jesus, eu te envio aos povos em nações, grandes e pequenos, como fui com Moisés serei contigo, te tomei por profeta a este mundo, por luz, e por sal desta terra, vai porque és mui amado e grandes coisas farei em ti e através de ti .”

Inspirado pelo Espírito Santo
Thiago A da S Rocha, 04/05/2013, Recife

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